Não quero envelhecer!
Nos últimos tempos, tenho aprendido a escrever e a gostar de escrever, muitas vezes até escrevendo sem saber o que escrever, só Freud explica....risos...
ENCONTRO NO CAMINHO
UM ENCONTRO ONDE SOMOS CONVIDADOS A SEGUIR O EXEMPLO DE JESUS, INCLUINDO OS EXCLUIDOS, OS FRACOS E VULNERAVÉIS, A CONFRONTAR A HIPOCRISIA E A GANÂNCIA, E A OBEDECER O MAIOR DE TODOS OS MANDAMENTOS AMAR O PRÓXIMO COMO A NOS MESMOS.
PESCARIA
Como estou de férias, fui pescar ontem, e como todo bom pescador, não minto apenas aumento....risos....mas recebi essa foto, dêem uma olhada na "criança" que é esse peixe...não quero pescar esse não....risos...
AUSENTE NO TEXTO

O que está ausente no texto abaixo? Tente descobrir !!!!!
Sem nenhum tropeço, posso escrever o que quiser sem ele, pois rico é o português e fértil em recursos diversos, tudo permitindo, mesmo o que de início, e somente de início, se pode ter como impossível.
Pode-se dizer tudo, com sentido completo, como se isto fosse mero ovo de Colombo.
Desde que se tente sem se pôr inibido, pode muito bem o leitor empreender este belo exercício, dentro do nosso fecundo e peregrino dizer português, puríssimo instrumento dos nossos melhores escritores e mestres do verso, instrumento que nos legou monumentos dignos de eterno e honroso reconhecimento.
Trechos difíceis se resolvem com sinônimos. Observe-se bem: é certo que, em se querendo, esgrime-se sem limites com este divertimento instrutivo.
Brinque-se mesmo com tudo. É um belíssimo esporte do intelecto, pois escrevemos o que quisermos sem o "E" ou sem o "I" ou sem o "O" e, conforme meu exclusivo desejo, escolherei outro, discorrendo livremente, por exemplo, sem o "P", "R" ou "F", ou o que quiser escolher. Podemos, em estilo corrente, repetir sempre um som ou mesmo escrever sem verbos.
Com o concurso de termos escolhidos, isso pode ir longe, escrevendo-se todo um discurso, um conto ou um livro inteiro sobre o que o leitor melhor preferir.
Porém mesmo sem o uso pernóstico dos termos difíceis, muito e muito se prossegue do mesmo modo, discorrendo sobre o objeto escolhido, sem impedimentos.
Deploro sempre ver moços deste século inconscientemente esquecerem e oprimirem nosso português, hoje culto e belo, querendo substituí-lo pelo inglês.
Por quê? Cultivemos nosso polifônico e fecundo verbo, doce e melodioso, porém incisivo e forte, messe de luminosos estilos, voz de muitos povos, escrínio de belos versos e de imenso porte, ninho de cisnes e de condores.
Honremos o que é nosso, ó moços estudiosos, escritores e professores.. Honremos o digníssimo modo de dizer que nos legou um povo humilde, porém viril e cheio de sentimentos estéticos, pugilo de heróis e de nobres descobridores de mundos novos..
Descobriu o que está faltando? Não? Então, leia o texto de novo. Sim? Então, veja se bate com a resposta abaixo, bem abaixo.
Eis a resposta:
No texto, muito bem posto por sinal, não há, em nenhum lugar, a letra "a". Você duvida? Então leia-o de novo.
A leitura, além de ser um jogo agradável, penso que vale para você, se já não o faz, dar mais valor à sua língua, que é muito mais bonita do que aquelas que muitos vivem a imitar, como um papagaio.
Fonte: André Santos
A HORA CORRETA DE TOMAR ÁGUA

Você vai ao bar e bebe uma cerveja.
Bebe a segunda cerveja. A terceira e assim por diante.
O teu estomago manda uma mensagem pro teu cérebro dizendo " Caracas véio... o cara tá bebendo muito liquido, tô cheião!!!"
Teu estômago e teu cérebro não distinguem que tipo de liquido está sendo ingerido, ele sabe apenas q "é líquido".
Quando o cérebro recebe essa mensagem ele diz: " Caracas , o cara tá maluco!!!"
E manda a seguinte mensagem para os Rins "Meu, filtra o máximo de sangue que tu puderes, o cara aí tá maluco e tá bebendo muito líquido, vamo botar isso tudo pra fora" e o RIM começa a fazer até hora-extra e filtra muito sangue e enche rápido.
Daí vem a primeira corrida ao banheiro. Se você notar, esse 1º xixi é com a cor normal, meio amarelado, porque além de água, vem as impurezas do sangue.
O RIM aliviou a vida do estômago, mas você continua bebendo e o estomago manda outra mensagem pro CÉREBRO "Cara, ele não pára, socorro!!!" e o CÉREBRO manda outra mensagem pro RIM "Véio, estica a baladeira, manda ver aí na filtragem!!!"
O RIM filtra feito um louco, só q agora, o q ele expulsa não é o álcool, ele manda pra bexiga apenas ÁGUA (o líquido precioso do corpo). Por isso que as mijadas seguintes são transparentes, porque é água. E quanto mais você continua bebendo, mas o organismo joga água pra fora e o teor de álcool no organismo aumenta e você fica mais "bunitim".
Chega uma hora q você tá com o teor alcoólico tão alto q teu CÉREBRO desliga você. Essa é a hora q você desmaia... dorme... capota...
Ele faz isso porque pensa "Meu, o cara tá a fim de se matar, tá bebendo veneno pro corpo, vou apagar esse doido pra ver se assim ele pára de beber e a gente tenta expulsar esse álcool do corpo dele"
Enquanto você está lá, apagado (sem dono), o CÉREBRO dá a seguinte ordem pro sangue "Bicho, apaguei o cara, agora a gente tem q tirar esse veneno do corpo dele. O plano é o seguinte, como a gente está com o nível de água muito baixo, passa em todos os órgãos e tira a água deles e assim a gente consegue jogar esse veneno fora".
O SANGUE é como se fosse o Boy do corpo. E como um bom Boy, ele obedece as ordens direitinho e por isso começa a retirar água de todos os órgãos. Como o CÉREBRO é constituído de 75% de água, ele é o q mais sofre com essa "ordem" e daí vêm as terríveis dores de cabeça da ressaca.
Então, sei q na hora a gente nem pensa nisso, mas quando forem beber, bebam de meia em meia hora um copo d'água, porque na medida q você mija, já repõe a água.
Texto retirado de "O bar do Zé".
Sabia que...tomar água na hora correta maximiza os cuidados no corpo humano?
2 copos de água depois de acordar ajuda a ativar os órgãos internos.
1 copo de água 30 minutos antes de comer ajuda na digestão.
1 copo de água antes de tomar banho ajuda a baixar a pressão sanguínea.
1 copo de água antes de ir dormir evita ataques do coração.
Fonte: Katia Mariano
VIVER OU JUNTAR DINHEIRO?

MAX GEHRINGER
Há determinadas mensagens que, de tão interessante, não precisam nem sequer de comentários. Como esta que recebi recentemente.
Li em uma revista um artigo no qual jovens executivos davam receitas simples e práticas para qualquer um ficar rico. Aprendi, por exemplo, que se tivesse simplesmente deixado de tomar um cafezinho por dia, nos últimos quarenta anos, teria economizado 30 mil reais. Se tivesse deixado de comer uma pizza por mês, 12 mil reais. E assim por diante.
Principalmente, não ter desperdiçado meu dinheiro em itens supérfluos e descartáveis.
Mas, se tivesse, sabe o que este dinheiro me permitiria fazer?
Viajar, comprar roupas caras, me esbaldar em itens supérfluos e descartáveis, comer todas as pizzas que quisesse e tomar cafezinhos à vontade.
Por isso, me sinto muito feliz em ser pobre. Gastei meu dinheiro por prazer e com prazer. E recomendo aos jovens e brilhantes executivos que façam a mesma coisa que fiz. Caso contrário, chegarão aos 61 anos com uma montanha de dinheiro, mas sem ter vivido a vida.
"Não eduque seu filho para ser rico, eduque-o para ser feliz. Assim ele saberá o VALOR das coisas e não o seu PREÇO."
Que tal um cafezinho?
ESCOLHAS DE UMA VIDA

A certa altura do filme Crimes e Pecados, o personagem interpretado por Woody Allen diz: "Nós somos a soma das nossas decisões".
Essa frase acomodou-se na minha massa cinzenta e de lá nunca mais saiu. Compartilho do ceticismo de Allen: a gente é o que a gente escolhe ser, o destino pouco tem a ver com isso.
Desde pequenos aprendemos que, ao fazer uma opção,estamos descartando outra, e de opção em opção vamos tecendo essa teia que se convencionou chamar "minha vida".
Não é tarefa fácil. No momento em que se escolhe ser médico, se está abrindo mão de ser piloto de avião. Ao optar pela vida de atriz, será quase impossível conciliar com a arquitetura. No amor, a mesma coisa: namora-se um, outro, e mais outro, num excitante vaivém de romances. Até que chega um momento em que é preciso decidir entre passar o resto da vida sem compromisso formal com alguém, apenas vivenciando amores e deixando-os ir embora quando se findam, ou casar, e através do casamento fundar uma microempresa, com direito a casa própria, orçamento doméstico e responsabilidades.
As duas opções têm seus prós e contras: viver sem laços e viver com laços...
Escolha: beber até cair ou virar vegetariano e budista? Todas as alternativas são válidas, mas há um preço a pagar por elas.
Quem dera pudéssemos ser uma pessoa diferente a cada 6 meses, ser casados de segunda a sexta e solteiros nos finais de semana, ter filhos quando se está bem-disposto e não tê-los quando se está cansado. Por isso é tão importante o auto conhecimento. Por isso é necessário ler muito, ouvir os outros, estagiar em várias tribos, prestar atenção ao que acontece em volta e não cultivar preconceitos. Nossas escolhas não podem ser apenas intuitivas, elas têm que refletir o que a gente é. Lógico que se deve reavaliar decisões e trocar de caminho: Ninguém é o mesmo para sempre.
Mas que essas mudanças de rota venham para acrescentar, e não para anular a vivência do caminho anteriormente percorrido. A estrada é longa e o tempo é curto.Não deixe de fazer nada que queira, mas tenha responsabilidade e maturidade para arcar com as conseqüências destas ações.
Lembrem-se: suas escolhas têm 50% de chance de darem certo, mas também 50% de chance de darem errado. A escolha é sua...!
AMIZADE
Rubem Alves (do livro "O retorno e terno)
Lembrei-me dele e senti saudades... Tanto tempo que a gente não se vê! Dei-me conta, com uma intensidade incomum, da coisa rara que é a amizade. E, no entanto, é a coisa mais alegre que a vida nos dá. A beleza da poesia, da música, da natureza, as delícias da boa comida e da bebida perdem o gosto e ficam meio tristes quando não temos um amigo com quem compartilhá-las. Acho mesmo que tudo o que fazemos na vida pode se resumir nisto: a busca de um amigo, uma luta contra a solidão...
Lembrei-me de um trecho de Jean-Christophe, que li quando era jovem, e do qual nunca me esqueci. Romain Rolland descreve a primeira experiência com a amizade do seu herói adolescente. Já conhecera muitas pessoas nos curtos anos de sua vida. Mas o que experimentava naquele momento era diferente de tudo que já sentira antes. O encontro acontecera de repente, mas era como se já tivessem sido amigos a vida inteira.
A experiência da amizade parece ter suas raízes fora do tempo, na eternidade. Um amigo é alguém com quem estivemos desde sempre. Pela primeira vez estando com alguém, não sentia necessidade de falar. Bastava a alegria de estarem juntos, um ao lado do outro.
"Christophe voltou sozinho dentro da noite. Seu coração cantava 'Tenho um amigo, tenho um amigo!' Nada via. Nada ouvia. Não pensava em mais nada. Estava morto de sono e adormeceu assim que se deitou. Mas durante a noite fora acordado duas ou três vezes, como que por uma idéia fixa. Repetia para si mesmo: 'Tenho um amigo', e tornava a adormecer."
Jean-Christophe compreendera a essência da amizade. Amiga é aquela pessoa em cuja companhia não é preciso falar. Você tem aqui um teste para saber quantos amigos você tem. Se o silêncio entre vocês dois lhe causa ansiedade, se quando o assunto foge você se põe a procurar palavras para encher o vazio e manter a conversa animada, então a pessoa com quem você está não é sua amiga. Porque um amigo é alguém cuja presença procuramos não por causa daquilo que se vai fazer juntos, seja bater papo, comer, jogar ou transar. Até que tudo isso pode acontecer. Mas a diferença está em que, quando a pessoa não é amiga, terminando o alegre e animado programa, vêm o silêncio e o vazio - que são insuportáveis. Nesse momento o outro se transforma num incômodo que entulha o espaço e cuja despedida se espera com ansiedade.
Com o amigo é diferente. Não é preciso falar. Basta a alegria de estarem juntos, um ao lado do outro. Amigo é alguém cuja simples presença traz alegria, independentemente do que se faça ou diga. A amizade anda por caminhos que não passam pelos programas.
Uma estória oriental conta de uma árvore solitária que se via no alto da montanha. Não tinha sido sempre assim. Em tempos passados a montanha estivera coberta de árvores maravilhosas, altas e esguias, que os lenhadores cortaram e venderam. Mas aquela árvore era torta, não podia será transformada em tábuas. Inútil para os seus propósitos, os lenhadores a deixaram lá. Depois vieram os caçadores das essências em busca de madeiras perfumadas. Mas a árvore torta, por não ter cheiro algum, foi desprezada e lá ficou. Por ser inútil, sobreviveu. Hoje ela está sozinha na montanha. Os viajantes se assentam sob a sua sombra e descansam.
Um amigo é como aquela árvore. Vive de sua inutilidade. Pode até ser útil eventualmente, mas não é isso que o torna amigo. Sua inútil e fiel presença silenciosa torna a nossa solidão uma experiência de comunhão. Diante do amigo, sabemos que não estamos sós. E alegria maior não pode existir.
Fonte: Ecleticando
UMA BELEZA QUE REVOLTA

Para falar a verdade, eu não era bom naquilo. Religião não é pra mim, e por algum tempo fiquei me sentindo um completo fracasso. Alguns religiosos me condenaram (e ainda condenam) ao fogo eterno, mas com o tempo passei a ver meu fracasso religioso como uma tremenda benção.
Porque, quando perdi minha religião, encontrei uma linda revolução.
Isso talvez ofenda ou surpreenda você, mas Jesus não é o fundador da religião cristã. É verdade, séculos depois dele levantou-se uma religião chamada “cristã” – mas, como você vai descobrir neste livro, em muitos sentidos essa religião representava o oposto de tudo que Jesus representava. Na verdade, como você vai também descobrir neste livro, o próprio conceito de uma “religião cristã” tem muito de mito quando entendido à luz do que Jesus representava.
Porque a mensagem essencial de Jesus não tem nada a ver com ser religioso. Basta ler os evangelhos: ele festava com os maiores pecadores e ultrajava os religiosos, e por isso foi crucificado.
O que Jesus representava era o início de uma revolução, revolução à qual ele deu o nome de “reino de Deus”.
O centro dessa revolução não é fazer com que as pessoas acreditem em determinadas crenças religiosas e adotem determinados comportamentos religiosos, embora essas coisas possam ser importantes, genuínas e úteis. Essa revolução também não está centrada na tentativa de consertar o mundo pela defesa das causas políticas “certas” e pela promoção das políticas nacionais “certas”, embora essas coisas possam ser nobres, bem-intencionadas e eficazes.
Não: o reino de Deus estabelecido por Jesus está centrado em uma coisa e apenas nessa coisa: manifestar a beleza do caráter de Deus e, em conformidade com isso, revoltar-se contra tudo que é inconsistente com essa beleza. O reino está centrado na manifestação de uma beleza que revolta.
O reino é, em resumo, uma linda revolução.
Tudo em Jesus manifestava esse reino belo e “revoltante”; podemos vê-lo de forma mais profunda quando que Jesus deixou-se crucificar. No Calvário Jesus exibe a beleza da decisão de Deus de sofrer pelos seus inimigos – em vez de usar seu poder onipotente para derrotá-los de forma violenta. No Calvário vemos também a revolta divina contra nossa escravidão à violência e tudo que nos mantém alienados de Deus e uns dos outros. O próprio diabo é confrontado e vencido pela cruz de Jesus Cristo.
A morte de Jesus resume o tema de sua vida inteira. Cada aspecto de sua vida, seu ensino e ministério colocava em exibição a beleza do reino de Deus e revoltava-se contra algum aspecto da cultura que contradizia esse reino.
O chamado essencial de todos que entregam sua vida a Cristo é unir-se a essa linda revolução e, portanto, viver e amar dessa forma. “Quem diz viver nele”, afirma João, “deve viver como ele viveu” (1 João 2:6). Devemos manifestar a beleza de Deus amando sacrificialmente nossos inimigos, servindo os pobres, alimentando os famintos, libertando os oprimidos, acolhendo os excluídos, abraçando os maiores pecadores e curando os doentes, como Jesus fez. E não existe como fazer isso sem ao mesmo tempo nos revoltarmos contra tudo em nossa vida que nos mantém autocentrados, gananciosos e apáticos diante das necessidades dos outros. Também não há como fazer isso sem revoltar-se contra tudo na sociedade – e, como veremos, no âmbito espiritual – que mantém as pessoas oprimidas fisicamente, socialmente e espiritualmente.
Você então vê que o reino não tem nada a ver com religião – quer seja “cristã” ou não. Tem a ver com seguir o exemplo de Jesus, manifestando a beleza do reinado de Deus ao mesmo tempo em que nos revoltamos contra tudo que é feio.
É uma linda revolução a que somos todos convidados a aderir. Mas para fazer isso será preciso abrir mão da religião.
Gregory A. Boyd
em The Myth of Christian Religion
(O mito da religião cristã)
Fonte: A Bacia das Almas
DJAVAN - ASA -
O BEIJO DO TODO PODEROSO

ONTEM, HOJE E ETERNAMENTE

É incrível como o ser humano tende a inventar, criar, imaginar, desde o principio de tudo já era assim, e isso não mudou, mas falo mais sobre isso em outro post.
Teve um tempo em minha vida, ainda quando criança, minha mãe, tias e vizinhas se reuniam a noite na calçada de nossa casa, juntos com todos os filhos, eram aquela criançada e aquela farra, e para acalmar estas crianças, ficavam muitas vezes inventando historias de mula sem cabeça, do homem do saco que pegava as crianças, nossa isso fazia com que nós (as crianças), ficássemos mudas, em silencio e totalmente quietinhas de tanto medo que ficávamos desses “bichos ou monstros”.
E hoje infelizmente no meio evangélico, ainda se usa dessa estratégia para acalmar as “criancinhas” do templo.
Os lideres, pastores ou os que usam os púlpitos, não cansam de divulgar, o tal “deus monstro”, que esta muito a fim de dar uma lição naqueles que não obedecem, que esta muito preocupado em quantas vezes vou à igreja, que quer saber o quanto vou dar de oferta ou se vou dar o dizimo, para soltar ou não o bicho devorador.
Falando de minha infância, estou lembrando aqui, que até na escolinha dominical, me ensinaram uma canção que dizia assim: Cuidado olhinho no que vê...cuidado mãozinha no que pega....o “salvador do céu” está olhando pra você...cuidado...
Nossa me lembro que ficava pensando no tamanho do olho de Deus, que olhão é este, olhando pra mim uma criança....e isto me apavorava.
E esse mesmo sentimento, vivi por muito tempo, pensando que esse “deus monstro” que me ensinaram, era realmente o deus que desejava pra mim. Descobri que não, prefiro crer no Deus esvaziado em Cristo Jesus, o Deus em forma de servo, o Deus que se relaciona comigo, se relaciona não com sua força ou seu poder, se relaciona não com sua imposição de autoridade soberana, mas um Deus esvaziado que se relaciona comigo dando um passo atrás, para que eu possa exercer minha liberdade de existir com Ele ou contra Ele.
Um Deus esvaziado, como o pai na parábola do filho prodigo, o pai não fez questionamentos a esse filho prodigo. Não esperou ele primeiro explicar-se dos seus erros. Não esperou o filho primeiro demonstrar arrependimento de seus pecados, erros e ingratidões. Não foi necessário submetê-lo a humilhação. Não foi necessário puni-lo. O pai não quis abraçar o filho arrependido. O pai não quis abraçar o filho caso ele demonstrasse arrependimento. O pai abraçou o filho PARA o arrependimento.
Enfim, termino reafirmando, prefiro o Deus esvaziado, a esse “deus monstro” inventado por quem deseja domar crianças, porque o Deus esvaziado é o mesmo ontem, hoje e eternamente. Amém.
Olavo
MORRER É RIDICULO

SERVIR A DEUS É SERVIR A DEUS
Lembro-me de quando ainda “pequeno”, meu avo me ensinava o que era servir a Deus, e ele dizia: Servi a Deus é servi a Deus...e sinceramente eu não entendia o que ele dizia, e até depois de “grande” continuei a não entender essa frase: “Servir a Deus é servir a Deus”.
Tanto que passei longos anos de minha vida, fazendo o que me foi ensinado como o que era “servir a Deus”.
Foi-me ensinado que “Servir a Deus” era:
1)Ir a igreja
2)Dar o dizimo
3)Observar o estatuto da igreja
4)Obedecer o pastor
5)Pertencer a um grupo (jovens, coral, oração, missão, casados e por ai vai)
6)Domingo era dia do Senhor
7)Almejar uma função eclesiástica (diácono, presbítero, pastor, bispo e agora apostolo)
E olha que fui o mais carola de todos os carolas, fiz tudo isso da maneira mais metódica, que alguém pode fazer, e descobri depois de alguns anos, que não é nada disso que Deus espera de nos.
Tudo isso acaba nos fazendo mais religiosos, nos fazendo mais vitrine de admiração para alguns, até meu antigo pastor quando me via de terno na igreja dizia: Vejam isso sim é um modelo de jovem de Deus....
Mas a grande verdade, é que dentro de mim, nunca a frase de meu avo, fez coerência com tudo aquilo que buscava e vivia.
Com isso fui me aprofundando mais e mais neste mundo evangélico de como servir a Deus, na esperança de entender o que significava “Servir a Deus é Servir a Deus”, olhava para os meus lideres e dizia: Um dia chego lá...e cheguei...freqüentei os bastidores da fé, os camarins e vi tanta gente que se revelavam com seus sinais exteriores de poder, riqueza, fama e gloria , alguns discutindo com os outros, qual modelo de carro iria comprar (BMW, Mercedes, Audi), outros qual o modelo de helicóptero mais adequado e os mais bam-bam-bam que tipo de jato compraria...tudo conquistado em cima de um povo que é na verdade massa de manobra nas mãos destes poderosos e vendilhões da fé.
Com estes tipos de exemplos, comecei a distanciar dessa busca evangélica de “Servir a Deus”, comecei a entender outros parâmetros do que o meu avo dizia: “Servir a Deus é servir a Deus”.
Hoje não sirvo mais a Deus na ótica evangélica, hoje entendo o que meu avo me dizia, e sirvo a Deus verdadeiramente, e alguém me perguntaria como?
Hoje sirvo a Deus com um abraço no meu próximo, com um passeio no parque com minhas filhas, com um beijo cheio de amor e paixão em minha esposa, em minhas pescarias fabulosas, no meu trabalho, em minha torcida em um jogo do São Paulo, numa tarde com meus amigos, sendo apenas eu, com meus erros e acertos, com minhas partes boas e ruins, hora sendo o bom samaritano e hora nem tão bom assim, enfim sirvo a Deus, servindo-o com tudo o que eu sou, faço, e em toda hora.
É vovo você tinha razão: Servir a Deus é servir a Deus...e não há invencionismos humanos.
Olavo
A BENÇÃO DE SER UM DERROTADO

O TEMPO E AS JABUTICABAS

AMIZADE

Por Charlie Chaplin
Preciso de Alguém Que me olhe nos olhos quando falo.
Que ouça as minhas tristezas e neuroses com paciência.
E, ainda que não compreenda, respeite os meus sentimentos.
Preciso de alguém, que venha brigar ao meu lado sem precisar ser convocado;
Alguém Amigo o suficiente para dizer-me as verdades que não quero ouvir, mesmo sabendo que posso odiá-lo por isso.
Nesse mundo de céticos, preciso de alguém que creia, nessa coisa misteriosa, desacreditada, quase impossível:
- A Amizade.
Que teime em ser leal, simples e justo, que não vá embora se algum dia eu perder o meu ouro e não for mais a sensação da festa.
Preciso de um Amigo que receba com gratidão o meu auxílio, a minha mão estendida.
Mesmo que isto seja muito pouco para suas necessidades.
Preciso de um Amigo que também seja companheiro, nas farras e pescarias, nas guerras e alegrias, e que no meio da tempestade, grite em coro comigo:
"Nós ainda vamos rir muito disso tudo” e ria muito.
Não pude escolher aqueles que me trouxeram ao mundo, mas posso escolher meu Amigo.
E nessa busca empenho a minha própria alma, pois com uma Amizade Verdadeira,
a vida se torna mais simples, mais rica e mais bela ...
PARADOXO DO NOSSO TEMPO

Por George Carlin
Nós bebemos demais, gastamos sem critérios. Dirigimos
rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde,
acordamos muito cansados, lemos muito pouco, assistimos TV
demais e raramente estamos com Deus.
Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores.
Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos
freqüentemente.
Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anos
à nossa vida e não vida aos nossos anos.
Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a
rua e encontrar um novo vizinho. Conquistamos o espaço, mas
não o nosso próprio.
Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores.
Limpamos o ar, mas poluímos a alma; dominamos o átomo,
mas não nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos
menos; planejamos mais, mas realizamos menos.
Aprendemos a nos apressar e não, a esperar.
Construímos mais computadores para armazenar mais
informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos
comunicamos cada vez menos.
Estamos na era do 'fast-food' e da digestão lenta;
do homem grande, de caráter pequeno; lucros acentuados e
relações vazias.
Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas
chiques e lares despedaçados.
Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral
descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das
pílulas 'mágicas'.
Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na
dispensa.
Uma era que leva essa carta a você, e uma era que te
permite dividir essa reflexão ou simplesmente clicar
'delete'.
Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas
não estarão aqui para sempre.
Lembre-se dar um abraço carinhoso em seus pais, num amigo,
pois não lhe custa um centavo sequer.
Lembre-se de dizer 'eu te amo' à sua companheira(o)
e às pessoas que ama, mas, em primeiro lugar, se ame...
se ame muito.
Um beijo e um abraço curam a dor,
quando vêm de lá de dentro.
Por isso, valorize sua familia e as pessoas que estão ao
seu lado, sempre.
VIDA

Como hoje oficialmente estou entrando de férias (hehehehehehe), mas serão apenas sete dias, li esse lindo poema e resolvi postar aqui no blog, como um até logo, já, já estou de volta. Abraços
Olavo
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tentei substituir pessoas insubstituíveis
e esquecer pessoas inesquecíveis.
Já fiz coisas por impulso,
já me decepcionei com pessoas
que eu nunca pensei que iriam me decepcionar,
mas também já decepcionei alguém.
Já abracei pra proteger,
já dei risada quando não podia,
fiz amigos eternos,
e amigos que eu nunca mais vi.
Amei e fui amado,
mas também já fui rejeitado,
fui amado e não amei.
Já gritei e pulei de tanta felicidade,
já vivi de amor e fiz juras eternas,
e quebrei a cara muitas vezes!
Já chorei ouvindo música e vendo fotos,
já liguei só para escutar uma voz,
me apaixonei por um sorriso,
já pensei que fosse morrer de tanta saudade
e tive medo de perder alguém especial (e acabei perdendo).
Mas vivi!
E ainda vivo!
Não passo pela vida.
E você também não deveria passar!
Viva!!
Bom mesmo é ir à luta com determinação,
abraçar a vida com paixão,
perder com classe
e vencer com ousadia,
porque o mundo pertence a quem se atreve
e a vida é "muito" para ser insignificante.
Fonte = http://www.pensador.info
livros que li e estou lendo...
FIODOR DOSTOIÉVSKI
OS IRMÃOS KARAMÁZOV
FIODOR DOSTOIÉVSKI
EM SEIS PASSOS O QUE FARIA JESUS
PAULO BRABO
OUTRA ESPIRITUALIDADE
ED RENÉ KIVITZ
RESSURREIÇÃO
LIEV TOLSTÓI
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